Entrevista a Margarida Santos, capitã das Sub-14 F

“Somos uma equipa muito unida”

Membro de uma equipa especial no seio do Fides Gondobasket, a Margarida conhece as dificuldades que têm pela frente, mostra preocupação pelo seu futuro próximo na modalidade e afirma-se adepta de dois grandes jogadores de basquetebol.
Pergunta: Conta-nos como é que vieste parar ao Fides Gondobasket?
Resposta: Eu já conhecia o Fides porque há alguns anos a minha irmã mais velha já andara lá.
P: Sendo tu a capitã de equipa, quais entendes devem ser as tuas principais preocupações, além de jogar bem e contribuir para o sucesso da equipa?
R: Ajudar as minhas colegas com mais dificuldade a progredir, motivar a equipa e mantê-la unida pelo mesmo objetivo
P: Pertencendo tu a uma equipa que teve de misturar dois escalões para se conseguir formar, como tem sido lidar com essa realidade? Sentes hoje que a equipa está mais preparada para o que resta da época?
R: Tem sido difícil pois temos idades muito distintas mas apesar disso somos uma equipa muito unida. Sim, mas mesmo assim sei que ainda temos muito trabalho pela frente para conseguirmos ter o resultado esperado.
P: Como classificas o teu percurso de aprendizagem desde que começaste a treinar no nosso clube?
R: Durante o meu período de aprendizagem aprendi muito. Quando entrei para o Fides não sabia nada sobre basquetebol, não sabia driblar nem lançar e acho que evoluí muito desde essa altura.
P: Se pudesses escolher uma alcunha para o nosso clube, qual escolherias?
R: Lutadores
P: Sendo normal haver clubes interessados nos nossos atletas, consegues imaginar-te a jogar noutro clube que não no Fides Gondobasket? Porquê?
R: Gosto muito do Fides e, sim, consigo imaginar-me noutro clube uma vez que o nosso escalão feminino é o único.
P: Quem é o teu ídolo no basquetebol? E no Fides Gondobasket?
R: O meu ídolo no basquetebol é o Michael Jordan e no Fides é o Diogo Fontes.  
 

 

 

Entrevista a Diogo Matias, capitão dos Sub-14

“Dedico a convocatória para a selecção da ABP aos meus treinadores”

 

Na primeira de um percurso de entrevistas com os capitães de equipa do Fides Gondobasket, o recém-convocado para o estágio da selecção distrital da ABP do seu escalão revela a admiração por uma estrela mundial, por uma par de gémeos do nosso clube e que, a sair daqui, só se for para um clube de nível superior.
Conta-nos como é que vieste parar ao Fides Gondobasket?
Tomei o gosto pelo basquete no desporto escolar, de seguida através de um amigo tive conhecimento do Fides e resolvi inscrever-me.
Sendo tu o capitão de equipa, quais entendes devem ser as tuas principais preocupações, além de jogar bem e contribuir para o sucesso da equipa?
Ajudar os colegas mais novos e com menos capacidades, ajudá-los a ver os erros cometidos e corrigi-los e, durante os jogos, tentar manter-nos o mais ordenado e equilibrados possível a fim de obtermos os melhores resultados.
Que importância teve para ti a presença no estágio da selecção distrital de Sub-14 e de que forma essa semana a treinar com os melhores contribuiu para que continues a evoluir?´
Senti que o meu trabalho e empenho foi reconhecido a nível distrital. Treinar com os melhores contribuiu para melhorar as minhas capacidades táticas e corrigir alguns erros.
Ficaste surpreendido com essa convocatória? Queres dedicá-la a alguém?
Sim, fiquei. Acho que devo dedicá-la em especial ao meu treinador atual, o Daniel Antunes, ao adjunto (Tiago Lopes) e também aqueles com os quais me iniciei no Fides (André, Pedro e Diogo Fontes)
Voltando ao Fides, como classificas o teu percurso de aprendizagem desde que começaste a treinar no nosso clube?
Quando me iniciei no Fides era muito inexperiente, não tinha muitos conhecimentos no basquete, desde as regras, à técnica e também a nível tático. Hoje reconheço que me encontro num nível bem superior, com maiores conhecimentos e técnicas.
Se pudesses escolher uma alcunha para o nosso clube, qual escolherias?
Lutadores
Sendo normal haver clubes interessados nos nossos atletas, consegues imaginar-te a jogar noutro clube que não no Fides Gondobasket? Porquê?
Sim, consigo. Apesar de me sentir muito bem no Fides, sei que se mudasse de clube, seria para algum que tivesse nível superior, onde pudesse atingir outros objetivos, sendo que teria muita pena de deixar o clube onde dei os primeiros passos do basquete.
Quem é o teu ídolo no basquetebol? E no Fides Gondobasket?
O jogador que mais gosto de ver jogar no basquete mundial é o Kevin Durant.
No Fides gosto muito de ver jogar os gémeos Diogo e Pedro Fontes.

 

    

 

    Entrevista- Beatriz Moreira

 
 

                  “O Fides foi a minha segunda família”

Olá, eu sou a Beatriz Moreira , jogo na equipa sub 14 do Fides Gondobasket e tenho 14 anos.
Fides Gondobasket: Há quanto tempo jogas no Fides e o que fez com que viesses aprender a jogar basquetebol connosco?
R:Jogo no Fides há dois anos, antes andava noutro desporto mas tive de abandonar devido a não ter horários compatíveis com a escola .O basquetebol foi por um acaso pois não queria estar parada e, como tinha conhecimentos, decidi experimentar e fiquei a gostar.
FG: Antes de ingressares no clube já tinhas ouvido falar do Fides? Como foi que soubeste da nossa existência?
R: Sim, já sabia devido a ter como funcionário do pavilhão onde o Fides treina o meu pai.
FG: Aquela que tem sido a tua evolução no clube tem correspondido ao que esperavas?
R:Sim, quando entrei para o basquetebol nem sabia driblar, por isso com a experiência que tenho hoje acho que a minha evolução foi positiva.
FG: Como capitã de equipa qual é que sentes ser o teu papel dentro e fora de campo?
R:Como capitã o meu papel foi sempre apoiar as minhas colegas fora e dentro do campo, por vezes fez-me “esconder” umas certas emoções em alguns jogos para evitar que a equipa fosse abaixo.
FG: Como defines a tua relação com elas e, já agora, com o teu treinador. Em que contribuiu isso para a tua evolução?
R:A relação com as minhas colegas é muito boa e com o meu treinador também, contribuiu muitos pois com um bom ambiente conseguimos evoluir e chegarmos aonde chegámos.
FG: O que gostavas pudesse haver mais no Fides e que pode contribuir para seres cada vez melhor atleta?
R: O que eu gostava mesmo era que houvesse continuidade nos escalões femininos para eu poder continuar a jogar basquetenol no Fides.
FG: Agora que estás de saída, que significado teve para ti estes dois anos em que representaste o Fides?
R: Estou triste com a minha saída, mas devo recordar os bons momentos e nunca me vou esquecer que o que eu sou e o que aprendi foi graças a esta equipa. Estes dois anos foram fantásticos porque o Fides foi a minha segunda família e da qual não me vou esquecer .

 

 

    Entrevista - João Nogueira

 
 

Deveriam haver mais treinos por semana”

 

Olá eu sou o João Afonso Monteiro Nogueira, jogo na equipa sub-14 do Fides Gondobasket e tenho 14 anos.
Fides Gondobasket: Há quanto tempo jogas no Fides e o que fez com que viesses aprender a jogar basquetebol connosco?
R: Jogo há dois anos, antes de entrar no Fides praticava outro desporto, depois parei um ano ou dois e o meu gosto pelo basquetebol foi aumentando e decidi experimentar um treino num clube mais perto do local onde moro.
FG: Antes de ingressares no clube já tinhas ouvido falar do Fides? Como foi que soubeste da nossa existência?
R: Sim, na primária recebi um panfleto do Fides com informação das várias actividades, entre as quais o basquetebol. Algum tempo depois, como alguns colegas meus jogavam no Fides, decidi ir experimentar com eles.
FG: Aquela que tem sido a tua evolução no clube tem correspondido ao que esperavas?
R: Sim, no início ainda não sabia grande coisa sobre a modalidade, mas fui aprendendo, tanto na parte técnica como nos exercícios físicos, e espero continuar a melhorar cada vez mais.
FG: Como capitão de equipa qual é que sentes ser o teu papel dentro e fora de campo?
R: Como capitão eu penso que o meu papel é ser um exemplo para o resto da equipa, ajudar os meus companheiros naquilo que precisam, dentro e fora de campo. Ainda que seja um jogador igual aos outros sinto que tenho de manter a calma e animar os meus colegas, mesmo nos momentos mais difíceis, em conjunto com o sub-capitão.
FG: Como defines a tua relação com eles e, já agora, com o teu treinador. Em que contribuiu isso para a tua evolução?
R: A minha relação com os meus colegas é boa, somos todos bons amigos e damo-nos bem com o nosso treinador, o que faz com que possamos evoluir com a ajuda uns dos outros e que joguemos melhor em equipa.
FG: O que gostavas pudesse haver mais no Fides e que pode contribuir para seres cada vez melhor atleta?
R: Eu acho que deveriam haver mais treinos por semana ou então mais horas de treino, sei que é difícil pois há vários escalões e também não é só o Fides que utiliza o pavilhão, mas acho que o que referi em cima poderia ajudar cada um de nós a ser melhor atleta.
FG: Sendo certo que há clubes maiores e com um historial mais antigo que o nosso, consegues imaginar-te a trocar o Fides por um desses, caso venhas a ser convidado? Porquê?
R: Não, porque além de ter começado aqui a jogar há pouco tempo, é aqui tenho os amigos e colegas de equipa que também me ajudam no que eu preciso mas, quem sabe, se calhar daqui a muitos anos se for convidado talvez aceite mas na altura saberei o que decidir. 
 

 

 

    Entrevista - David Pinto

 

“Os meus colegas vêm-me como um atleta capaz de os ajudar”

 

Olá, eu sou o David Sousa Pinto, jogo na equipa sub-16 do FidesGondobasket e tenho 16 anos.
Fides Gondobasket: Há quanto tempo jogas no Fides e o que fez com que viesses aprender a jogar basquetebol connosco?
R: Jogo há cerca de sete anos e lembro-me de vir para aqui porque vi um cartaz no meu ATL e decidi vir experimentar.
FG: Antes de ingressares no clube já tinhas ouvido falar do Fides? Como foi que soubeste da nossa existência?
R: Tal como disse acima, vi um cartaz no ATL onde andava, foi essa a primeira vez que ouvi falar do clube FidesGondobasket.
FG: Aquela que tem sido a tua evolução no clube tem correspondido ao que esperavas?
R: Nos primeiros anos lembro-me de andar sempre a brincar com um colega, o que fazia com que não aprendesse nada. depois de ele ir embora comecei a prestar mais atenção ao meu treinador e aí sim, tornei-me um melhor jogador. Depois houve dois anos em que estagnei, não sei se era por ser um dos mais velhos ou por não me esforçar o suficiente nos treinos, mas apercebi-me de que não estava a melhorar.
FG: Como capitão de equipa qual é que sentes ser o teu papel dentro e fora de campo?
R: Como capitão, dentro do campo, acho que devo ajudar a minha treinadora, ajudando os meus colegas a melhorar a técnica ou a táctica. Fora do campo acho que não tenho de fazer muito, nos balneários há sempre brincadeiras, tal como em todas as outras equipas e escalões, e acho que mesmo sendo o capitão devo agir como outro atleta qualquer.
FG: Como defines a tua relação com eles e, já agora, com o teu treinador. Em que contribuiu isso para a tua evolução?
R: A minha relação com ambos é boa, os meus colegas vêm-me como um atleta capaz de os ajudar, colaboram comigo, mesmo que eu vá raramente aos treinos, devido ao facto de os treinos da equipa Sub-16 e Sub-18 A quase sempre coincidirem e a minha treinadora sabe que sempre que puder, pode contar comigo para ir treinar e/ou jogar.
FG: O que gostavas pudesse haver mais no Fides e que pode contribuir para seres cada vez melhor atleta?
R: A meu ver, o facto de só termos um pavilhão para treinar e ter de partilhá-lo com equipas de futsal não permite que haja tempo para que todos os escalões do Fides possam treinar as horas suficientes, para que possam evoluir significativamente.
FG: Sendo certo que há clubes maiores e com um historial mais antigo que o nosso, consegues imaginar-te a trocar o Fides por um desses, caso venhas a ser convidado? Porquê?
R: Sim consigo, o Fides tem sido a minha casa, ando cá há sete anos, mas acho que se me dessem uma oportunidade de ir para um clube onde pudesse melhorar mais, ia. Apesar de que iria sempre sentir saudades deste grande clube.
 
 

 

   Entrevista - Mário Rocha

 
 
 

Será difícil trocar o Fides por outro clube”

Olá eu sou o Mário Rocha, jogo na equipa Sub-18 B do Fides Gondobasket e tenho 17 anos.
Fides Gondobasket: Há quanto tempo jogas no Fides e o que fez com que viesses aprender a jogar basquetebol connosco?
R: Já pratico esta modalidade há seis anos. Comecei por vir à experiência com um colega meu, depois comecei a desenvolver o meu gosto pelo basquetebol o que me levou a querer aprender o mais possível.
FG: Antes de ingressares no clube já tinhas ouvido falar do Fides? Como foi que soubeste da nossa existência?
R: Não, nunca tinha ouvido falar deste clube. Passei a conhecer esta “família” aquando do meu primeiro treino com o meu colega, senti-me bem acolhido o que me fez querer continuar na modalidade.
FG: Aquela que tem sido a tua evolução no clube tem correspondido ao que esperavas?
R: Quando entrei para o Fides, a minha principal preocupação era perder peso mas, nos primeiros tempos isso não ter acontecido, apercebi-me que o meu desempenho dentro e fora de campo melhorara bastante acabando por crescer e emagrecer em consequência disso. Com o passar dos tempos a minha evolução foi notória pois consegui superar as minhas dificuldades, contudo ainda posso melhorar muito mais pois o limite de aprendizagem neste desporto é infinito, por estes motivos a minha progressão foi o que esperava.
FG: Como capitão de equipa qual é que sentes ser o teu papel dentro e fora de campo?
R: O papel de o capitão de equipa não é menos de que outro qualquer jogador mas com uma pequena diferença, é que este tem de ter sempre a cabeça no lugar e motivar a equipa quando esta passa por dificuldades dentro e fora de campo. Algumas vezes este papel não é fácil pois o capitão também é um jogador e nem sempre consegue corresponder às adversidades que enfrenta dentro e fora de campo mas tenta sempre dar o seu melhor cativando a equipa e apoiando-a quando ela mais necessita. Esta é, sem dúvida, a principal importância do cargo de capitão de equipa.
FG: Como defines a tua relação com eles e, já agora, com o teu treinador. Em que contribuiu isso para a tua evolução?
R: A relação com os colegas de equipa e com o treinador é fundamental para o bom funcionamento de uma equipa sendo “grande” ou “pequena” este é um critério essencial para se conseguir superar as dificuldades que cada um denota e mesmo o treinador poder melhorar as suas capacidades. A minha relação com os colegas é boa e posso dizer que seria difícil encontrar melhores pessoas para um jogador conseguir superar as suas dificuldades, a empatia com o treinador é também boa, mas sei que ao longo dos anos esta vai continuar a melhorar e conseguiremos atingir os nossos objectivos.
FG: O que gostavas pudesse haver mais no Fides e que pode contribuir para seres cada vez melhor atleta?
R: A principal lacuna do Fides é a falta de mais horas de treino pois, na minha opinião, era necessário que cada escalão pudesse treinar pelo menos 6 horas por semana para se conseguir comparar aos outros clubes. Outra falha que detecto é falta de um kit de primeiros socorros para se poder socorrer os jogadores o mais rápido possível. Com estes itens acima enunciados presentes no quotidiano das equipas o rendimento de cada jogador melhoraria bastante.
FG: Sendo certo que há clubes maiores e com um historial mais antigo que o nosso, consegues imaginar-te a trocar o Fides por um desses, caso venhas a ser convidado? Porquê?
R: Vou contar-vos uma experiência que já tive: no final da época passada fui convidado pelo Alfenense para ir para lá jogar. Não aceitei pois também não era o meu clube de sonho e a distancia de lá a minha casa era bastante grande sendo difícil conseguir compatibilizar com os estudos. Porém, nunca fechei a porta a outras oportunidades pois melhoraria sempre as minhas capacidades mas será difícil trocar o Fides por outro clube pois foi lá que comecei a minha carreira de basquetebolista, se assim o posso dizer, e este é o clube a que devo tudo o que aprendi.

 

   Entrevista - José Luís Quitari

 
 

A atitude na sexta-feira deverá ser como a dos três últimos jogos”

 

Olá, sou o José Luís Quitari, jogo na equipa Sub-18 A do Fides Gondobasket e tenho 18 anos.
Fides Gondobasket: Há quanto tempo jogas no Fides e o que fez com que viesses aprender a jogar basquetebol connosco?
R: Jogo no Fides há cinco anos. Joguei futebol durante oito anos e não era um desporto que me satisfazia. Com isto ponderei mudar de modalidade e mudei !
FG: Antes de ingressares no clube já tinhas ouvido falar do Fides? Como foi que soubeste da nossa existência?
R: Não, nunca tinha ouvido falar. Soube através de colegas da escola que frequentavam o clube, como por exemplo o Tiago Lopes, o Rúben Costa e o Beto Silva.
FG: Aquela que tem sido a tua evolução no clube tem correspondido ao que esperavas?
R: Sim, técnica e fisicamente, pois antes de entrar no clube pesava uns quilitos a mais.
FG: Como capitão de equipa qual é que sentes ser o teu papel dentro e fora de campo?
R: Como capitão tento mostrar calma em momentos de grande tensão e levantar o ânimo quando este está a faltar.
FG: Como defines a tua relação com os teus colegas e, já agora, com o teu treinador. Em que contribuiu isso para a tua evolução?
R: A minha forma de estar faz com que as minhas relações sejam sempre baseadas no respeito mútuo e na camaradagem. Se contribuiu para a minha evolução? Sim, contribuiu.
FG: O que gostavas pudesse haver mais no Fides e que pode contribuir para seres cada vez melhor atleta?
R: A meu ver, a carga horária de treinos não é suficiente.
FG: Sendo certo que há clubes maiores e com um historial mais antigo que o nosso, consegues imaginar-te a trocar o Fides por um desses, caso venhas a ser convidado? Porquê?
R: Não. Pois foi aqui que fiz a minha formação e é aqui que me sinto em casa.
FG: No próximo fim-de-semana, a tua equipa vai disputar o apuramento do campeão da II Divisão da ABP. Qual entendes deve ser a atitude da equipa já na sexta-feira e o que podem esperar de vocês os adeptos que irão acompanhar-vos até Freamunde?
R: A atitude na sexta-feira deverá ser como a dos três últimos jogos. Os adeptos deverão esperar da equipa o máximo empenho.

 

 

   Entrevista - Pedro Fontes

 
 

Não consigo imaginar-me a trocar este clube, só quero dar o máximo por ele”

Olá eu sou o Pedro Santos, jogo na equipa de Seniores B do Fides Gondobasket e tenho 20 anos.
Fides Gondobasket: Há quanto tempo jogas no Fides e o que fez com que viesses aprender a jogar basquetebol connosco?
R: Estou neste momento a cumprir o 8º ano de jogador de basquetebol do Fides Gondobasket, tudo se iniciou com o incentivo da professora de educação física, que monitorizava o desporto escolar no estabelecimento onde estudava e que me incentivou a procurar um clube federado para praticar mais regularmente a modalidade orientando-me para o Fides Gondobasket, sendo uma das razões a localização, uma vez que a deslocação seria muito mais facilitada.
FG: Antes de ingressares no clube já tinhas ouvido falar do Fides? Como foi que soubeste da nossa existência?
R: Não, não conhecia a existência do Fides, muito menos que havia basquetebol em Gondomar, mas foi com muito agrado que soube da notícia e até então, pertenço à grande família Fides Gondobasket.
FG: Aquela que tem sido a tua evolução no clube tem correspondido ao que esperavas?
R: Tem superado as expectativas. Nos primeiros anos, era apenas atleta e com a minha evolução interessei-me cada vez mais pela modalidade e foi-me proposto acompanhar uma equipa de formação para auxiliar o treinador em tudo o que fosse necessário. Actualmente sou atleta dos Seniores B do Fides e treinador da equipa de Sub-12 do Minibasquete do Fides Gondobasket.
FG: Como capitão de equipa qual é que sentes ser o teu papel dentro e fora de campo?
R: Existindo duas equipas de Seniores, a equipa de seniores B é constituída pelos atletas mais jovens sendo que alguns deles iniciaram a sua vida de atleta de basquetebol no decorrer deste ano ou no ano transacto, tornando-se muito importante para estes eles conhecerem o Fides Gondobasket e, através disso, facilitar a sua participação em todas as actividades do clube. Dentro de campo, quer nos treinos, quer nos jogos tento fazer sempre o meu máximo e ajudar todos os elementos da equipa para que possam atingir o seu potencial para contribuírem da melhor forma para que em Equipa, conseguirmos melhorar.
FG: Como defines a tua relação com eles e, já agora, com o teu treinador. Em que contribuiu isso para a tua evolução?
R: No início da época foi tudo muito novo, a equipa teve uma mudança drástica na sua constituição, muitos atletas novos, o que não era “normal” acontecer pois vinha mantendo uma base forte desde a formação. Inicialmente o chamado espírito de grupo praticamente não existia mas durante a época tudo melhorou e a relação com os colegas é muito boa e penso que sem isso era impossível conseguir a evolução que toda a equipa demonstrou. No que diz respeito ao treinador, o Leandro Ferreira, é a minha 8º época no clube e é o 8º ano que sou orientado por ele, pode-se dizer de uma maneira mais comum que já não há segredos relativamente às suas ideias de jogo e como implementa-las em campo, mas sempre respeitando-o e tentando melhorar sempre.
FG: O que gostavas pudesse haver mais no Fides e que pode contribuir para seres cada vez melhor atleta?
R: Já existe mas nunca é demais, que houvesse uma maior ligação entre todos os escalões e atletas do Fides Gondobasket de forma a que o gosto pela modalidade e pelo próprio clube aumentem em todos os nossos atletas.
FG: Sendo certo que há clubes maiores e com um historial mais antigo que o nosso, consegues imaginar-te a trocar o Fides por um desses, caso venhas a ser convidado? Porquê?
R: Depois destes anos e da forma como me envolvi no Fides, não só como atleta mas também como treinador, neste momento não consigo imaginar-me a trocar este clube, só quero dar o máximo por ele, para que o Fides Gondobasket possa crescer cada vez mais.

 

   Entrevista - João Cunha

 

"O Fides está a tornar-se uma referência no Basquetebol e no desporto do concelho." 

Olá eu sou o João Pedro Cunha, jogo na equipa dos Seniores A do Fides Gondobasket e tenho 28 anos.
Fides Gondobasket: Há quanto tempo jogas no Fides e o que fez com que viesses aprender a jogar basquetebol connosco?
R: Antes de ingressar no Fides experimentei diferentes desportos mas só um me conseguiu cativar, o Basquetebol. Comecei a praticá-lo no Fides Gondobasket aos 11 anos, ou seja, já lá vão 17 anos.
FG: Antes de ingressares no clube já tinhas ouvido falar do Fides? Como foi que soubeste da nossa existência?
R: O Fides foi me apresentado por familiares que estavam ligados ao Orfeão. Se não estou enganado, quando comecei a jogar, o departamento de Basquetebol só existia há uns dois anos. Até esta altura, já tinha ouvido falar das outras actividades do Orfeão, mas não do Basquetebol.
FG: Aquela que tem sido a tua evolução no clube tem correspondido ao que esperavas?
R: Ao entrar tão novo para o Fides não tinha qualquer tipo de perspectivas de qual seria a minha evolução neste desporto. Mas agora olhando para trás, é notória a minha evolução não só a nível desportivo como também a nível pessoal. Em suma, o Fides acompanhou o meu crescimento.
FG: Como capitão de equipa qual é que sentes ser o teu papel dentro e fora de campo?
R: Sendo uma pessoa tímida, o papel de capitão, o papel de “líder” está fora da minha área de conforto. Tento ajudar e motivar todos os elementos da minha equipa, dentro e fora do campo, mas é uma área que tenho que melhorar.
No entanto, o desporto e o Fides, em particular, têm-me ajudado a desenvolver capacidades que talvez de uma outra forma não conseguiria alcançar. Ser mais comunicativo, sociável etc..
FG: Como defines a tua relação com eles e, já agora, com o teu treinador. Em que contribuiu isso para a tua evolução?
R: Ao longo dos anos já tive vários companheiros de equipa e alguns treinadores, e sei que sem eles não teria sido a mesma coisa. Sem dúvida aprendi e tenho aprendido muito com eles. Mas o mais importante são os momentos que ficaram para sempre: as viagens na carrinha do Fides, as tardes passadas na Sede, os jantares depois dos jogos, os treinos na rua, as horas de basquetebol. A todos um Obrigado.
FG: O que gostavas pudesse haver mais no Fides e que pode contribuir para seres cada vez melhor atleta?
 R: Sinceramente acho que as pessoas que têm trabalhado para o Fides têm feito um grande trabalho a cativar os jovens para a prática do Basquetebol. Quando o Fides começou não tinha mais de 20 atletas. E agora? O Fides está a tornar-se uma referência no Basquetebol e no desporto do concelho. É continuar a trabalhar e não desperdiçar o bom trabalho que até agora foi feito.
FG: Sendo certo que há clubes maiores e com um historial mais antigo que o nosso, consegues imaginar-te a trocar o Fides por um desses, caso venhas a ser convidado? Porquê?
R: Nos escalões mais jovens fui contactado por diferentes equipas para trocar de clube. A resposta foi sempre a mesma. Não. Sempre tive um sentimento de fidelidade, carinho e até orgulho por pertencer ao Fides. É o meu Clube.